texto velho com contexto atual.

às vezes tudo que eu queria era um casúlo bem aconchegante, daqueles a prova de sentimentos, para me proteger dos castigos do mundo e só me deixar sair quando eu for forte o suficiente
para voar com a minhas próprias asas e encarar minhas aventuras com a coragem de um guerreiro romano.

essa aparência de mulher durona, que sabe o que quer, que joga rugby e topa qualquer esporte, que defende as próprias opniões com unhas e dentes, só esconde a menina insegura que se pergunta sobre o amanhã, sobre o amor, sobre a vida. uma menina que chora em posição fetal, que quer colo e quer ser ninada até dormir.

quem sou eu? eu não sei.
não sei se sou o que o mundo vê, ou o que eu gostaria que fosse visto.
eu sei que sou um livro aberto, que conta suas histórias pra quem quiser ler.
eu sou um coleção de erros, mas quem aqui não é?
eu guardo rancor, mas não por mais de um dia.
eu sou vingativa, mas esqueço de me vingar e porque.
eu amo até o último fio de cabelo, mas às vezes, enjôo só de olhar.
eu sou a contradição em pessoa e me irrito comigo mesma por isso

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